Quando se pretende recorrer ao sistema nacional de saúde e pelos vários pressupostos a percorrer para se atingir os fins imateriais para que se consiga uma consulta ou mesmo uma cirurgia, é uma carga de trabalhos. Mas recentemente o país acordou para um sistema de acordo legal e gratuito a que foram direcionadas a gravidezes indesejadas, passando à frente de todos aqueles doentes que até nem engravidam. Nada me opõe a tais necessidades mas quando elas são abusivas e até são naturalmente um considerado discuido das intervenientes, pegunto-me se não seria viável, encaminhar tal situação para outros serviços não plausiveis. Acredito que ninguém faz abortos por ânimo leve, mas deixar para a retaguarda outros doentes não faz sentido.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
Comentários
Enviar um comentário