Não conheço a Troika, mas acabo descendente. Pelos vistos são determinantes no desenvolvimento da economia portuguesa, porque os economistas do meu País, falharam. Ou melhor, se não falharam, andaram mais de trinta anos, distraídos. Agora sou um troikaciano há uns tempos a esta parte, mas pelos vistos vou continuar a pertencer por mais tempo, até nos largarem da mão, enquanto não cumprirmos com o estipulado nos acordos, que eu não assinei, mas agora faço e pelos vistos sou parte integrante Se me levanto-me a ouvir falar na troika, também me deito a ouvir falar na dita. Porém, alguém anterior mandante e cavaleiro andante, pediu ao dirigente máximo doo seu partido para que rasgasse os acordos anteriormente assumidos. Mas isto agora é assim?!... Pelos antepassados, honrar a palavra dada era normalmente o reconhecido de boa formação humana. Assim, alguém responsável a propor rasgar acordos firmados e assinados é de uma desonestidades inconsiderada por quem foi, é e continua apadrinhando a instabilidade económica da Nação chamada Portugal. Será que o estratega, um dos que também contribuiu para afundar o País e colocá-lo na situação em que se encontra se virou para o extremismo de Alexis Tsirpas, ao apelar ao incumprimento? Fomos pobres e assim continuaremos e não podemos deixar de honrar os nossos compromissos, pena é que não seja equitativamente assumidos, como certos politicos, apregoam aos quatros costados, mas que na carteira deles ninguém mexa.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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