Portugal está com um endividamento incontrolável. Mas ninguém assume as suas responsabilidades. Qualquer um dos responsáveis pela Nação desde 1974, tem culpas no cartório, porque gastou mais do que devia. Fizeram-se pontes a dobrar. Fizeram-se estradas em duplicado. Gastou-se sem haver dinheiro em carteira. Mas se de 1974 a 2005 Portugal tinha uma dívida de 80 000 000€, em 2011 a divida ultrapassava em duplicado este valor. Quem não se lembra-se dos subsídios? Quem não se lembra das novas oportunidades na educação? Quem não se lembra das festas realizadas pelas obras de reestruturação da rede escolar? A quem vamos pedir o retorno? Perguntem se há alguém que queira dar uma resposta.
Perguntem a alguém que foi PM na época e se desfez de 90,000 milhões de euros para aumentar a dívida pública entre 2005 e 2010.
Perguntem a quem decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
O que se passa com os 695 milhões de derrapagens nas PPPs só em 2011.
O que se passou e a quem deu graças à sua brilhante PPP que fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.
Por todas estas mazelas, quem paga agora é o contribuinte.
Mas continuando com os 450 milhões injetados no BPP para pagar os salários dos administradores, nos 587 milhões que se gastaram no OE de 2011 em atrasos e erros de projeto nas SCUTs Norte, dos 200 milhões de euros que “desapareceram” entre a proposta e o contrato da Autoestrada do Douro Interior, dos 5800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever, dos 7200 milhões de fundos europeus que se perderam pela incapacidade do governo de programar o seu uso.
Das empresas que se criaram e se extinguiram e dos 360 milhões que enterrou em empresas que prometeu extinguir, dos 60,000 milhões que contratou de PPPs até 2040, do uo das nossas reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs, ou dos 14000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação, dos 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009, dos 270 milhões que deram às fundações em apenas dois anos, dos 3900 milhões que se pagaram em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da eletricidade.
E termino com o que iremos pagar com a aprovação do traçado do TGV que já nos custou 300 milhões só em papelada, e vai custar outro tanto em indemnizações.
Perguntem a quem decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
O que se passa com os 695 milhões de derrapagens nas PPPs só em 2011.
O que se passou e a quem deu graças à sua brilhante PPP que fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.
Por todas estas mazelas, quem paga agora é o contribuinte.
Mas continuando com os 450 milhões injetados no BPP para pagar os salários dos administradores, nos 587 milhões que se gastaram no OE de 2011 em atrasos e erros de projeto nas SCUTs Norte, dos 200 milhões de euros que “desapareceram” entre a proposta e o contrato da Autoestrada do Douro Interior, dos 5800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever, dos 7200 milhões de fundos europeus que se perderam pela incapacidade do governo de programar o seu uso.
Das empresas que se criaram e se extinguiram e dos 360 milhões que enterrou em empresas que prometeu extinguir, dos 60,000 milhões que contratou de PPPs até 2040, do uo das nossas reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs, ou dos 14000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação, dos 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009, dos 270 milhões que deram às fundações em apenas dois anos, dos 3900 milhões que se pagaram em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da eletricidade.
E termino com o que iremos pagar com a aprovação do traçado do TGV que já nos custou 300 milhões só em papelada, e vai custar outro tanto em indemnizações.
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