Como utilizador das linhas do caminho de ferro portuguesas, seja na linha de Sintra ou de Cascais, depáro-me diariamente com atropelos para transpor as barreiras de controle de tráfego. Nestas barreiras que nada controlam, sistematicamente somos barrados, utilizadores credenciados, pelas barreiras de vidro, porque o leitor do passe não operou devidamente. Mas para colmatar esta lacuna não só pelos gastos dispendidos com a maquinaria de controle, levamos também em cima com os caloteiros que se fazem circular na CP à borla, sem o referido título de transporte ou o mesmo inválido. Por algumas vezes, deixara de transpor tais barreiras ao me aperceber que atrás de mim caminhava a passos largos um desses infratores, detendo-me no propósitos. Porém, tenho reparado que na estação de caminho de ferro, são aos magotes os infratores, que algumas vezes ao serem questionados pelos seguranças, lhes respondem em tom provocador. As barreiras apenas vieram atrapalhar os cidadãos cumpridores dos seus deveres e direitos, os outros, os incumpridores ou empurram ou saltam por cima.
Estamos em janeiro de 2020 e a temperatura é propícia para a época.Está fresquinho, fresquinho e resta saber se os agazalho é suficiente para proteger a epiderme já que a derme está mais profunda e de borla.Janeiro geadeiro, diferente de março, marçagão. Até que as orelhas aguente sem ficar escondidas debaixo do gorro.Vamos lá ver se não é obrigatório recorrer à farmácia, pois a noite é propícia a grandes geadas e o dia está fresquinho, fresquinho a convidar a ingerir muitas bebidas quentes, para afastar a fruta da época, muito prpícia a atirar-nos para a cama
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