As diatribes da vida espetam-nos partidas, deixando marcas. Porém, uns mais do que outros, sem renegarem à suas capacidades, conseguiram criar as suas marcas fosse através das capacidades de inteligência ou na produção do saber, não parando nos tempos. Destes feitos e capacidades, gente humilde, demonstrou, através desta oportunidade, concebida, demonstrar que não são uns inúteis para a sociedade e que nos tempos adversos não lhes foi possível a obtenção de um diploma. Mas estes sábios, no seu espaço, continuam a ser uns catedráticos. Alguns deles até implementaram máquinas agrícolas, publicaram os seus escritos, em suma, os Antónios Aleixos da terra. A estes, os diplomas da sabedoria da vida, ao longo dos 60, 70, 80 ou mais anos de labuta, assenta-lhes bem. Mas no revés da medalha, temos jovens, jovens que fugiram à escola e nem o primeiro ano de escolaridade concluiram. Estas oportunidades não lhes assentam bem. É pura expeculação.Joga-se demasiado na estatística mas é o País que perde. Temos estes e outros jovens a que lhes foi passado um papel, chamado diploma, mas que nada serve. A muitos destes jovens pagaram-se subsídios durante quatro meses. Mas não serve para nada. Levam minutos para assinarem o aplido e escrevem pessimamente. Não sabem fazer contas nem completar uma oração ou pequeno período de um texto. È preciso soletrar-lhes as para constrirem uma palavra. Mas estatisticamente, subiu-se no rating. Valha-nos isso.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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