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Obrigado Maria do Carmo Vieira


Obrigado Drª Maria do Carmo, pela entrevista dada à TVI informação, no programa "olho por olho"sobre o estado do ensino e dos ensinamentos em Portugal.
 
Por isso digníssima Senhora Professora, permita-me este desabafo
Há muito que não vi um programa televisivo até ao fim. Mas no dia 21 de maio, achei encontrar a pessoa certa a falar sobre o ensino em Portugal e no lugar certo, que é a Tv. Em comparação com a Drª MCV sobre o  conhecimento desta matéria, eu sou um pigmeu. Eu que pertenci ao menor grupo de estudantes por turma que então frequentavam o ensino.
Foi na década de sessenta, onde no 3º ano de curso (5º ano) a turma de finalistas apenas continha 12 alunos –do curso de formação montador electricista (eletricista na atual conjuntura linguística). Fui um dos últimos alunos que frequentou um dos bons cursos onde o ensino técnico de então preponderara. Mas do bom que o ensino tinha, levou à época uns inteligentes a decidirem acabar com eles. Foi do ensino técnico em Portugal à época que muitos bons profissionais se formaram. De então para cá, julgo, restar a Casa Pia. Agora prolifera um grão de ensinamentos a que chamam educação tecnológica, mas que até isso parece quererem acabar.
Como dizia o Professor Medina Carreira, nestes cursos, eram precisos 20 anos de ensino para se chegar à licenciatura. Hoje, em quatro meses conclui-se o 9º ano de escolaridade e mais uns meses conclui-se o 12º. Com mais um bocadinho de sorte entra-se numa escola do ensino superior e em 4 anos , aproximadamente, temos um licenciado. Mas depois o que nos surge pela frente? Tal como a Drª denunciou e o Dr Medina Carreira, reforçou, temos diplomados em catadupa sem os mínimos conhecimentos. Mas há responsáveis para que isto aconteça. E o Principal chama-se ME, que permitiu abrir institutos ou universidades privadas mais interessados no lucro que no ensino. Que se preocupam mais em mandar para o exterior recém-formados, em dúbios conhecimentos, mas cujas condições ou formalismos  para os reter os alunos por mais tempo nas faculdades, não compensa.
Muito mais poderia descrever sobre os conhecimentos na matéria e as confrontações, mas um aluno que até conseguiu entrar num estabelecimento de ensino superior público, com média mínima, que ao fim de três ou quatro anos apenas fazem meia dúzia de disciplinas, mudam-se para a privada A, segue para a privada B e depois vai concluir o curso no instituto C. Ora este licenciado é mais um dos que vai engrossar as estatísticas, depois de se ter passeado pelos estabelecimentos de ensino e ocupando uma vaga de um outro cidadão que por motivos económicos o não pode frequentar.
Por último e por muito que me custe, não poderei deixar de denunciar o que é inteligível. Se a memória não atraiçoa, em 2001 , entraram cerca de cem alunos para o 1º na de Matemática da FCL. No 2º semestre eram menos de 50% a frequentar as aulas. Pura e simplesmente estes alunos mudaram-se de instituição. Ao fim de quatro anos meia-dúzia de alunos conseguiram o almejado canudo. Não vou discutir aqui se estes foram efectivamente (efetivamente) os melhores, mas aguentaram-se, com um senão pelo meio. É que houve um determinado docente, daqueles que estão em todo o lado e em lado nenhum, vira-se para um aluno e diz-lhe que se quiser tirar melhores notas não pode continuar na FCL, mas na universidade privada Y. Acontece que esse aluno preferiu completar a licenciatura com 13 valores na FCL, em vez dos 16 que os seus colegas tiraram na outra universidade privada onde esse senhor docente também lecionava.

O que o sistema de ensino – novas oportunidades, me tem apresentado!.

No exercício de funções, permite-me encontrar de tudo um pouco. Mas às vezes até parecem anedotas, as situações detetadas, quando os humanos se dizem possuidores do 9º anos ou 12º anos e com as novas oportunidades.
Um desses, levou 5 minutos a escrever o seu nome próprio (António), Outro, mais recentemente, um jovem de 28 anos e nestas condições de formação, quando lhe perguntei quantos eram 2x2, o cidadão reteve-se por instantes para dar a resposta; mas na seguinte não foi capaz de dar a resposta ao produto do resultado 9x9. Este jovem frequentara apenas o 1º ano de escolaridade( 1ª classe) mas abandonou os estudos para agora e em 4 meses ter obtido a almejada sorte do diploma.
Mas se este caso é grave, o caso seguinte ainda dói mais. Um cidadão de 38 anos, com a escolaridade obrigatória concluída, não em quatro anos mas em mais meia-dúzia, não foi capaz de me dar uma resposta escrita, em apenas uma linha, porque não a sabia elaborar. E quando escrevi no computador, a palavra “QUADRO”, não foi capaz de numa só vez pronunciar a palavra
Ora a culpa não é só do cidadão. É também do sistema que estupidamente quer fazer crer que o sistema de ensino é só sucesso-o que é irreal.

Agora vou demonstrar que nem só no ensino há perseguições e que só no ensino é que as coisas estão mal.
A situação do país, que é uma realidade, também a nós diz respeito, mas estupidamente nos acomodamos e agora estamos a pagar pelos erros de quem nos dirige.
Por não pactuar com o sistema e depois de ter passados e visto tantas misérias profissionais e desperdícios nos locais de trabalho, deu-me para bater com a porta de uma instituição.
Mas antes de sair escrevera o seguinte, mail para recordação, aos colegas desta última instituição.

Camarada, …amigo… ,

Estava para apanhar outro barco sem me despedir de ti, mas resolvi deixar-te esta mensagem de desilusão, pelo passado recente vivido nesta casa. Aqui encontrei de tudo um pouco, os seres racionais e os irracionais. Para vós racionais que me mereceram e merecem o maior respeito, transmito a minha desilusão.
O que vou contar foi um pesadelo vivido em determinado Departamento com responsabilidades, designado por DAG.
Nesse Departamento fiz de tudo um pouco, coisa que anteriormente alguém se deu ao cuidado de o desempenhar, no seu todo:
-Carregador; mecânico; electricista; motorista, carteiro, latoeiro, operador de reprografia, etc.
Claro que consegui «arrastar» colegas para a colaboração, pois sozinho não poderia levar o barco a bom porto, o que lamento é que ao fim deste tempo no sector a dirigente do departamento não tenha reconhecido nem aproveitado as capacidades dos funcionários sob as suas ordens, o que me deixa muito preocupado, tal o estado de falência profissional do patrão «Estado» que não deve esbanjar a matéria prima ao seu alcance.
Não foi fácil a vida na SAG, mas na desportiva tudo se foi resolvendo com maior ou menor brio profissional ao cabo de dois anos.
Para mim, os problemas seguintes surgiram porque teriam forçosamente de surgir e até digo que o problema foi premeditado. Ainda há rastos – as ameaças a quem trabalha subsistem
Depois do trabalho executado nas anteriores instalações e instalados neste «edifício», aconteceram coisas que só ao diabo lembra e que só a um dirigente sem responsabilidades, é que pode criar a tal instabilidade, por falta de comunicação com os seus subordinados.
Que reacção esperam de um sector quando à boca cheia a sua Directora afirmou não ter outro lugar para instalar determinado «chefe de secção» e também quando essa mesma Directora se não dá ao cuidado de ouvir os verdadeiros interlocutores da SAG? A quem pensava ela que estava a atestar a incompetência? A mim e a aos meus colegas de secção que com o sacrifício deram muito ao departamento naqueles dois, ou a do dito «chefe de secção» que apenas sabe desembolsar dos cofre do Estado?
Vocês melhor que eu conhecem o avivado «chefe de secção».Em termos de trabalho conjunto, não tive um metro de trabalho a seu lado, mas também não adormeci à sombra dos dois anos que passei no edifício de Alcântara.
Seleccionei as suas atitudes «dele», a forma de tratamento e vivência para com os colegas, o constante mudar de secção e a instabilidade de adaptação nos locais de trabalho, foram suficiente para que um «colega » desta natureza fosse bem recebido, e ainda mais grave , para chefiar a secção onde eu trabalhe.
Mas a culpa até lha não direcciono - há o exemplo da frase «não tenho onde o meter»-estava tudo dito.
Ainda não me tinha apercebido que a tramóia da directora de serviços estava lançada, para denotar que algo estranho estava acontecendo de anormal na secção, quando regressei de férias.
Tendo trabalhado à porta aberta durante o período de tempo que tinha passado em Alcântara, denotei nestas instalações « Av. Brasil»e já com o cujo a tomar folgo para a tomada de posse da secção, que havia um reboliço nos materiais à minha guarda.
Não é que o tipo escondia as coisas e depois vinha-me perguntar por elas?
Pois é meus amigos, a partir do momento em que fez isso, instalou-se o caos na secção, pois não lhe aparei mais o jogo. As pedras estavam lançadas e não tive dúvidas para confirmar o anteriormente ditado por outros colegas mais antigos.
Outros casos graves se seguiram e viriam a suceder, levando-me a não estar interessado em colaborar com aquele departamento nem com a sua Directora.
Se o desaparecimento da viatura da DG me ficou na garganta, o desaparecimento dos telemóveis, veio-me até ao estômago.
Camaradas, amigos, colegas (…) – Vocês acreditam na versão de um indivíduo que ao afirmar que é o último a sair das instalações da «DG» e o primeiro a entrar, e que guardando determinado número de telemóveis onde ninguém sabe, que estes desaparecem por mero acaso?
O mesmo possa afirmar quanto ao desaparecimento da viatura do parque da DG. Se eu chegasse junto de vocês e vos perguntasse qual o estado da viatura e outras coisas mais e passados três ou quatro dias «período que planeava para o meter na garagem» este desaparecesse, qual a vossa reacção?
Foi a que eu tive. Não retiro uma linha e está escrita a minha versão no inquérito levantado para o efeito. Desconheço o resultado final do inquérito.
Fui ameaçado com um processo disciplinar, pela senhora Directora de Serviços da DAG.
Foi a primeira e «pouco corajosa» ameaça não concretizada « que ao longo de 32 anos de serviço efectivo ao serviço do Estado», ouvi. Nem na tropa « entre 1973/75 e na guerra colonial» alguém ousou contra a minha pessoa  utilizar a versão vocal de tal palavrão.
                Saí do Departamento e outros colegas me desejariam seguir o caminho, por enjoo.
               Os que não o podem fazer «pessoas com capacidades extraordinárias de trabalho, não reconhecido» vêm sendo ameaçados e perseguidos.

Não nasci para ser escravo de ninguém, muito menos numa instituição onde há dirigentes que não dão valor ao trabalho desenvolvido pelos seus funcionários, -será por falta de conhecimento da matéria o mesmo leiguismo?

A forma como se continua a gastar dinheiro na secção do dito «chefe de secção», faz bem da prova do muito desperdício a que estamos sujeitos.
Querem uma ou mais provas? Aqui vai.
1 - Troca de secretárias da sala «122», quando as anteriores serviram os anteriores locatários.
2 – A troca dos chaveiro artesanais fabricados nas instalações e os vindo das anteriores instalações, foram deitados ao lixo e trocados por novos chaveiros.
3- A destruição das estantes em cantoneira, e substituídas por armários novos para colocar em locais sujeitos a humidades elevadas e a inundações «garagem» caso o responsável não atendesse convenientemente ao bom funcionamento do equipamento instalado. Relembro que o anterior mobiliário foi instalado pelos funcionários antigos e a custo zero, enquanto a recente instalação de novos recorreram à ajuda de pessoal especializado para o efeito.

                Meus amigos, eu não vim para a DG para servir de cobaia a certos dirigentes, totalmente leigos nas matérias da minha formação. Não vim para aqui mostrar papéis ou diplomas de dois meses «comprados na feira-da-ladra» mas sim de 14 anos de estudo e formação profissional, não cobrados o quanto baste ao «Estado» como patrão, para me tomarem como um inútil e servidor de uns incapazes. Propus à senhora Directora da DAG para me deixar ficar com as tarefas adstritas às empresas que fazem manutenção às instalações da DG e dar-lhe o desenvolvimento «adequado», não aceitando
É verdade que as pessoas não nascem ensinadas e foi para o alargamento dessa valorização profissional que foram criadas as escolas e os centros de formação.

Outra das desgraças, vista a olho nu a simples mortal:
-Quem nesta casa ainda não se apercebeu que sempre que haja uma inundação as pessoas envolvidas nas tarefas de limpeza, ficam completamente sujeitáveis ao perigo eminente?
Para que servem as normas vigentes da «Higiene e Segurança no Trabalho» se os ditos e intitulados responsáveis desconhecem as essas normas?

Abençoada a hora em que abandonei a SAG.

Nestes anos consequentes, fiz os possíveis para me reabilitar e adaptar às novas tarefas «na desportiva» mas não consegui pelo anteriormente sucedido; a minha forma de estar na vida não é esta e mesmo conversando com os perceve, com os mexilhões, com as ostras e com os novos companheiros de sala, não consegui desligar o cérebro – uma ameaça com processo disciplinar, depois de tanto esforço dispendido na SAG não me é um bem digestivo.

A escravatura passada na “24 de Julho e V. da Gama” jamais esquecerei - e tu camarada de trabalho, sentistes-te agraciado?. O equipamento que vi atirar pela porta fora, para o lixo e ainda em estado funcional é outra azia vivida e problema a resolver me deixa triste, tal a falta de dinheiro «dizem uns, gastam outros».
               Vi desperdiçar mobiliário em madeira, em nogueira em mogno (…), senti a compra por outro muito pior. Vi deitar mobiliário em estado razoável ao lixo, e comprar novo da mesma matéria-prima, quando dizem não haver dinheiro. Será esta uma boa gestão financeira? E a central telefónica instalada num local pouco arejado e húmido?
Se a destruição da riqueza mobiliária contida nas antigas instalações desta Direcção-Geral foi vivida com uma grande azia e jamais esquecida, porque me fazia crer que a abundância monetária era muita na DG –e agora saio desta confrontado com a falta de dinheiro para papel.

Outra da imagem que levo destas instalações é de que os seus funcionários estão superiormente vigiados, com câmaras de vídeo por tudo quanto é sítio. Com certeza que uma prisão «em Portugal» não terá tão forte dispositivo de segurança como esta Direcção-Geral. Será que os seus funcionários são cadastrados? Sempre tive a minha secretária aberta e curiosamente ninguém se deu à ousadia de lá colocar ou retirar algo.
  Mas não foi sob tanta vigilância que as coisas desviadas, «as poucas coisas desaparecidas» foram-se nas barbas das câmaras e não mais voltaram ao lugar do dono, sem que se instigasse o assunto?

A constante ondulação da húmida brisa instalada na DG não serve os meus planos por isso vou-me embora. Ao partir, levo em mente que esta embarcação tem um Comandante que mereceu a minha confiança e com a ajuda em mais meia dúzia de marinheiros de qualidade que a bordo detêm a navegabilidade, complementar-se-ia com o apoio de um ou dois bons Imediatos.


As «Alka-Seltzer»  de Natal, nunca me fizeram esquecer os restantes 364/5 dias.


Escreveram nos dicionários que o significado de «EXCELENTE» é - Muito bom; - Distinto; -Magnífico; -Aquele que se eleva acima de.

                Como estes termos não me complementam porque sempre me considerei um funcionário suficientemente capaz, a minha missão chegou ao fim – talvez, não como o desejaria, mas pela obrigatoriedade a que fui sujeito.

Camaradas e amigos (…) o meu desejo é que fiquem e sejam muito felizes, porque a vida neste país está-se tornando muito difícil e eu não contribui para tal…


Resultado:
Aplicada a pena de um ano de inatividade profissional, pelo DG da instituição
Um dos interlocutores levou à justiça o caso. Acabei condenado em 150 dias de multa a 10€/dia, mais uma indemnização ao dito lesado no mail.

Conclusão final:
Escrever um mail de indignação, é crime em Portugal.
Isto passou-se em 2010

Com os meus cumprimentos,
Ribas

Obrigado pela resposta MCV
Desculpar-me-á a demora, mas a avalancha de mensagens foi tal que eu tenho vindo a responder segundo a ordem de chegada e porque uma doença auto-imune (Síndrome de Sjögren) me impede ocomputador e eu tento usá-lo com cuidado, o tempo vai passando sem que eu consiga pôr tudo em dia.

A minha saudação tem muito a ver, e de forma sentida, com a sua experiência e com os seus testemunhos. Também eu conheci na Escola Secundária Marquês de Pombal, no seu apogeu, o passado profissional de uma escola, cujas peças herdadas nas várias oficinas são belíssimas. A rebaldaria provocada pela mediocridade e pela perversidade do facilitismo destruiu a dignidade dos cursos técnico-profissionais e hoje é o que se vê. E, no entanto, eles são imprescindíveis em qualquer sociedade. A mania dos «Dr» para aqui e «Dr.» para ali tem acentuado esta ideia de que não se sendo «Dr» não se tem estatuto. Tenho ideia de que muitos dos cursos profissionais são pensados para os futuros «escravos de trabalho» e daí o pouco cuidado na sua organização. Sou totalmente a favor destes Cursos e só espero que se compreenda quanto são importantes para todos, para aqueles que os fazem e para quem irá usufruir dos mesmos. É esta cadeia de solidariedade que é bela no ensino: ensinamos para que depois outros continuem a ensinar, usufruindo todos desse trabalho.

Chocou-me sobremaneira o que lhe aconteceu e reconheci o processo porque em 2005 o ME tentou amedrontar-me com a ameaça de um processo disciplinar, que acabou por dar em nada pois não havia ponta por onde pegar. No seu caso, inventaram-se «as pontas» e daí o sórdido e o cruel da situação. Mas a História já nos ensinou que não é «o homem de bem» que singra, mas o oportunista, o mal-formado e o ladrão. A situação que viveu é tão revoltante que dificilmente encontro palavras para a classificar. Podemos apenas tentar dizer que nos provoca náuseas, num misto de dôr física e espiritual. Esses que conheceu, com a directora à mistura, são, como escreveu Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa, «os Príncipes» nossos «irmãos», os que se elevam perante nós e nos espezinham porque «Príncipes» e frustrados por qualquer razão que nos escapa. Nós, os «reles», continuando a usar as palavras pessoanas. Só aparentemente esses tipos ganharam, saberá certamente isso, não é?
Confesso-lhe que estou muitíssimo cansada e sei que só o tempo permitirá que um dia se recomece qualquer coisa de diferente. Vamos deixando algumas pegadas e já somos muitos a não ser enganados pela mascaradas de palavras que se usam para nos confundir.

Creia-me sinceramente grata por me ter escrito. E bem-haja pelo seu acto de consciência que não adiou e assumiu.
Cordialmente
Maria do Carmo Vieira

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