Durante anos, dizia-se que Portugal vivia uma ditadura onde os governantes, trauliteiros, deixavam morrer o povo à fome e não satisfeitos atiram com a policia de choque ao povo. Como se não bastasse essa onda de choque ainda existiam os crápulas da policia política que prendia inocentes e os enviavam para a prisão do Tarrafal, Cachias, Peniche, entre outras prisões. O povo aguentou tudo isto durante, diz-se quarenta anos. Em 1974, na madrugada alguém padrasto da sociedade ofereceu-se para libertar a sociedade oprimida. Então, uns militarzecos na ordem dos trinta anos, resolveu a sua vidinha e a de mais alguns amiguinhos instaurando o estado de sítio e deitando a ditadura abaixo. Portugal foi então considerado livre. Mas essa liberdade, pagou-se e paga-se caro. Aos cidadãos do trabalho foi oferecida uma migalha para matar a fome e assim andaram calados durante anos. Ao fim de 38, acharam-se gozados por esta classe política, sem distinção de cores, chamando-lhes de ladrões. Foi o primeiro de um grande passo que esta sociedade ainda tem de penar. Os roubos são muitos e continuarão enquanto toda a areia não sair da visão dos portugueses. A classe política tem que ser corrida de S. Bento e lá terá que ser colocada gente capaz e não corrupta. Os milhões que Portugal deve ao FMI, ao BCE e à CE, não foi fruto do desperdício dos trabalhadores portugueses, mas sim da sociedade que governa Portugal e isto não pode demorar mais trinta e oito anos.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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