O meu país está conzento e poucos carecem de optimismo para o verem verdegente. Por este país abaixo ou acima, para nascente ou poente é ver-mos as matas recheadas de massa inflamada, deixada pelos madeireiros que depois de chuparem a matéria bruta das árvores se desmancham das miúdezas verdegentes que depois de ressequidas, ardem que nem papel de jornal. Mas se eu quisesse desmoronar estas arbitrariedades, inflegindo argumentos para que as matas fossem minimamente limpas, não vejo apoio áqueles que precisam de ajuda pelas autoridades no sentido de obrigar os madeireiros a retirarem essa matéria. Mais me apraz salientar nesta tristeza esfumeada que os ajuntamentos se deveriam fazer antes dos grandes incêndios e em colaboração com as autoridades camarários ou juntas de freguesia, poderem planear algumas limpezas, na zona mais movimentada, triturando as impurezas. Seriam milhares de euros que a nossa economia lucraria em vez do prejuizo, material, animal e humano, que nos confrontamos ano, após ano.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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