Não há movimento nesta administração pública onde o título não se pronuncie minuto a minuto. Isto é doutor para aqui, doutor para ali e doutor para acolá e o trabalho a abarrotar nas secretárias, à espera de um despacho de um outro doutor mais habilitado. Alguém disse um dia que a maioria das habituais licenciaturas, não passe de um acerto na escolaridade obrigatória, mas eu adianto ser o acerto de contas das grandes instituições privadas do chamado ensino superior. Mas se o título resolvesse o emaranhado das causas, tão negativas que elas se encontram, até não se perderia tudo, mas afinal o que encontramos neste canudo é o de um indicador de incompetências dos problemas, paredes meias com a falta de experência na formação empresarial. Até estes tempos, cairam na administração pública a maioria dos licenciados, que avolumaram as circunstaciais e excessivas cargas despesistas com pessoal do Estado, para pouco proveito, em prejuizo dos profissionais de longa carreira, com experiência e de mão de obra barata em função da atividade praticada, agora e sempre ao longo dos tempos, mas que as entidades dirigentes não gostam de dar o braço a torcer. A pouca produtividade e o elevado despesismo, situa-se nos elevados quadros da administração.
Estamos em janeiro de 2020 e a temperatura é propícia para a época.Está fresquinho, fresquinho e resta saber se os agazalho é suficiente para proteger a epiderme já que a derme está mais profunda e de borla.Janeiro geadeiro, diferente de março, marçagão. Até que as orelhas aguente sem ficar escondidas debaixo do gorro.Vamos lá ver se não é obrigatório recorrer à farmácia, pois a noite é propícia a grandes geadas e o dia está fresquinho, fresquinho a convidar a ingerir muitas bebidas quentes, para afastar a fruta da época, muito prpícia a atirar-nos para a cama
Comentários
Enviar um comentário