Não há movimento nesta administração pública onde o título não se pronuncie minuto a minuto. Isto é doutor para aqui, doutor para ali e doutor para acolá e o trabalho a abarrotar nas secretárias, à espera de um despacho de um outro doutor mais habilitado. Alguém disse um dia que a maioria das habituais licenciaturas, não passe de um acerto na escolaridade obrigatória, mas eu adianto ser o acerto de contas das grandes instituições privadas do chamado ensino superior. Mas se o título resolvesse o emaranhado das causas, tão negativas que elas se encontram, até não se perderia tudo, mas afinal o que encontramos neste canudo é o de um indicador de incompetências dos problemas, paredes meias com a falta de experência na formação empresarial. Até estes tempos, cairam na administração pública a maioria dos licenciados, que avolumaram as circunstaciais e excessivas cargas despesistas com pessoal do Estado, para pouco proveito, em prejuizo dos profissionais de longa carreira, com experiência e de mão de obra barata em função da atividade praticada, agora e sempre ao longo dos tempos, mas que as entidades dirigentes não gostam de dar o braço a torcer. A pouca produtividade e o elevado despesismo, situa-se nos elevados quadros da administração.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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