Avançar para o conteúdo principal

Um país de doutores

Não há movimento nesta administração pública onde o título não se pronuncie minuto a minuto. Isto é doutor para aqui, doutor para ali e doutor para acolá e o trabalho a abarrotar nas secretárias, à espera de um despacho de um outro doutor mais habilitado. Alguém disse um dia que a maioria das habituais licenciaturas, não passe de um acerto na escolaridade obrigatória, mas eu adianto ser o acerto de contas das grandes instituições privadas do chamado ensino superior. Mas se o título resolvesse o emaranhado das causas, tão negativas que elas se encontram, até não se perderia tudo, mas afinal o que encontramos neste canudo é o de um indicador de incompetências dos problemas, paredes meias com a falta de experência na formação empresarial. Até estes tempos, cairam na administração pública a maioria dos licenciados, que avolumaram as circunstaciais e excessivas cargas despesistas com pessoal do Estado, para pouco proveito, em prejuizo dos profissionais de longa carreira, com experiência e de mão de obra barata em função da atividade praticada, agora e sempre ao longo dos tempos, mas que as entidades dirigentes não gostam de dar o braço a torcer. A pouca produtividade e o elevado despesismo, situa-se nos elevados quadros da administração. 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Tempo ameno

Estamos em janeiro de 2020 e a temperatura é propícia para a época.Está fresquinho, fresquinho e resta saber se os agazalho é suficiente para proteger a epiderme já que a derme está mais profunda e de borla.Janeiro geadeiro, diferente de março, marçagão. Até que as orelhas aguente sem ficar escondidas debaixo do gorro.Vamos lá ver se não é obrigatório recorrer à farmácia, pois a noite é propícia a grandes geadas e o dia está fresquinho, fresquinho a convidar a ingerir muitas bebidas quentes, para afastar a fruta da época, muito prpícia a atirar-nos para a cama

Um arenal para os olhos

Durante anos, dizia-se que Portugal vivia uma ditadura onde os governantes, trauliteiros, deixavam morrer o povo à fome e não satisfeitos atiram com a policia de choque ao povo. Como se não bastasse essa onda de choque ainda existiam os crápulas da policia política que prendia inocentes e os enviavam para a prisão do Tarrafal, Cachias, Peniche, entre outras prisões. O povo aguentou tudo isto durante, diz-se quarenta anos. Em 1974, na madrugada alguém padrasto da sociedade ofereceu-se para libertar a sociedade oprimida. Então, uns militarzecos na ordem dos trinta anos, resolveu a sua vidinha e a de mais alguns amiguinhos instaurando o estado de sítio e deitando a ditadura abaixo. Portugal foi então considerado livre. Mas essa liberdade, pagou-se e paga-se caro. Aos cidadãos do trabalho foi oferecida uma migalha para matar a fome e assim andaram calados durante anos. Ao fim de 38, acharam-se gozados por esta classe política, sem distinção de cores, chamando-lhes de ladrões. Foi o pri...

Covid19

Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.