Nem todos os funcionários públicos podem ser previligiados com os ditos refeitórios, já que estes apenas funcionam nas três grandes cidades portuguesa. Por que será que há uns mais previligiados do que outros? Sera que os funcionários públicos de Bragança ou os de Vila Real de Santo António, não podem usufruir dum sistema compatível? Além deste aparte, cabe-me salientar fazer um reparo, mais.Sinceramente que não percebo como pode ser concebido um serviço onde um cidadão, vulgo funcionário público ainda no ativo, pague mais do que um aposentadado, um valor de 1,90 €, mas com vencimento três ou quatro vezes maior, do ativante. Poder-me-ão dizer que e em tempo oportuno já o descontaram, mas o trabalhador quer no ativo ou na aposentação e com vencimento muito inferior, irá a continuar a ser indescriminado com tal sorte. Seria bom que os responsáveis do organismo, pensassem no assunto, é que 3,80€, não afunda a carteira do aposentado com reformas de 2 000 ou mais euros, mas para quem ganha até 500€, já vale apena tal compensação.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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