De madrugada se levantam os pastores
E a primeira lide que executam
Consiste na do encaminhamento dos animais para os prados.
Estes por sua vez que se arranstam uns atrás dos outros
Transportam um chocalho pendurado no pescoço
Para prevenção e aviso prévio do local.
Pelo caminho ou dentro dos prados
Os animais usam o enorme rabo para sacudir as moscas
Que por vezes até tocando na cara do pastor,
Que sem dó e piedade se descarta com um normal palavrão.
Já dentro dos prados os animais se espalham na procura da melhor messe
E onde uns são abandonados no pastoreio
E outros ficam vigiados pelo seu dono
Sempre em companhia de um ou mais fiel amigo, o cão.
Depois e de estômago cheio,
O animal recolhe ao curral.
No Verão as manhãs são amenas
E por vezes com uma aragem fresca de ar puro a correr,
A convidar qualquer visitante a uma caminhada pela montanha.
As tardes tornam-se quentes e com calor abrasador
A fazer um convite à sesta dentro de casa
Ou debaixo dos ramos verdes das árvores
Sobre uma manta de trapos.
Mas de todo este encanto e beleza das serras
Da mistura de sons e de cheiros
Do chilrear dos passarinhos, esvoaçando por entre as àrvores
Ainda temos as águas a correr nas barragens e nas ribeiras.
E os passarinhos a cantar
Dando alegria àquelas gentes.
E a primeira lide que executam
Consiste na do encaminhamento dos animais para os prados.
Estes por sua vez que se arranstam uns atrás dos outros
Transportam um chocalho pendurado no pescoço
Para prevenção e aviso prévio do local.
Pelo caminho ou dentro dos prados
Os animais usam o enorme rabo para sacudir as moscas
Que por vezes até tocando na cara do pastor,
Que sem dó e piedade se descarta com um normal palavrão.
Já dentro dos prados os animais se espalham na procura da melhor messe
E onde uns são abandonados no pastoreio
E outros ficam vigiados pelo seu dono
Sempre em companhia de um ou mais fiel amigo, o cão.
Depois e de estômago cheio,
O animal recolhe ao curral.
No Verão as manhãs são amenas
E por vezes com uma aragem fresca de ar puro a correr,
A convidar qualquer visitante a uma caminhada pela montanha.
As tardes tornam-se quentes e com calor abrasador
A fazer um convite à sesta dentro de casa
Ou debaixo dos ramos verdes das árvores
Sobre uma manta de trapos.
Mas de todo este encanto e beleza das serras
Da mistura de sons e de cheiros
Do chilrear dos passarinhos, esvoaçando por entre as àrvores
Ainda temos as águas a correr nas barragens e nas ribeiras.
E os passarinhos a cantar
Dando alegria àquelas gentes.
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