Mesmo antes de aterrar em Luanda e lá do alto das espelhadas asas do avião, já denotava que o pó a pisar era diferente daquele a que estava habituado. Embora a minha missão fosse a de militar das forças armadas, em missão de serviço, não fazia a mínima ideia do perigo a que iria ficar sujeito a partir do momento que pisava Luanda. Foi na madrugada do mês de setembro de 1974, que aconteceu. Mas e embora não consciente do perigo que nos esperava, eu e mais três camaradas rumámos apeados desde o aeroporto de Luanda até à unidade militar para que fomos destacados e que ficava a escassos metros, entre bairros luxuosos e os musseques e também porque não tínhamos à nossa espera qualquer viatura militar. Mas ainda não tínhamos passado a porta de armas do ATA, já tínhamos engolido em seco as palavras amargas de um cidadão residente em bairro de luxo de moradias, de cor caucaseana, possivelmente natural do puto mas a governar a sua vidinha no território que mermurando entre dentes, dizia - o que vêm estes filhos-da-puta fazer para aqui?
O que é certo é que Luanda era e tornar-se-ia ainda mais linda passados estes anos, embora houvesse muito sangue derramado, por interesses mesquinhos, de uma guerra incompreendida, mas na luta de interesse de classe e naõ nacionais como ao longo dos tempos se provou e onde não se podem imescuir as chefias militar portuguesas, de então, já que as africanas ainda estavam em construção.
Mas esquecendo a terra queimada e dos milhares de corpos estendidos pelo solo à espera de serem recolhidos pelos camiões camarários para serem lançados em valas-comuns, aquela humilde gente não merecia ter sido abandonada como o foi na altura. Muita dessa gente ficara ao abandono e sem auxilio até à morte anunciada ou à míngua, ou mesmo pelo metralhar das armas, entre movimentos ditos de libertação, depois dos irresponsáveis branco os terem abandonado em definitivo. Brancos esses que para a população terrorista ou libertadora foram os explorador, mas para os humildes africanos até foram deuses, onde nunca houvera fome, nem exploração. Para estes últimos que ne disseram que após a retirada dos brancos a vida deles seria de fome e guerra, não se enganaram.Veio a confirmação dos 30 anos de terror, mas que tende a melhorar, embora uns mais do que outros vêm os seus apetites melhorados.
O que é certo é que Luanda era e tornar-se-ia ainda mais linda passados estes anos, embora houvesse muito sangue derramado, por interesses mesquinhos, de uma guerra incompreendida, mas na luta de interesse de classe e naõ nacionais como ao longo dos tempos se provou e onde não se podem imescuir as chefias militar portuguesas, de então, já que as africanas ainda estavam em construção.
Mas esquecendo a terra queimada e dos milhares de corpos estendidos pelo solo à espera de serem recolhidos pelos camiões camarários para serem lançados em valas-comuns, aquela humilde gente não merecia ter sido abandonada como o foi na altura. Muita dessa gente ficara ao abandono e sem auxilio até à morte anunciada ou à míngua, ou mesmo pelo metralhar das armas, entre movimentos ditos de libertação, depois dos irresponsáveis branco os terem abandonado em definitivo. Brancos esses que para a população terrorista ou libertadora foram os explorador, mas para os humildes africanos até foram deuses, onde nunca houvera fome, nem exploração. Para estes últimos que ne disseram que após a retirada dos brancos a vida deles seria de fome e guerra, não se enganaram.Veio a confirmação dos 30 anos de terror, mas que tende a melhorar, embora uns mais do que outros vêm os seus apetites melhorados.
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