A serra barrosã numa mistura das serras de Leiranco e do Larouco
São o suporte de união das vilas de Boticas e de Montalegre,
Situada no extremo Norte de Portugal
Delimitando as fronteiras portuguesa e espanhola.
Aqui e muito isoladas da Capital
Encontramos aldeias quase desertas
Com poucos habitantes e muito deles
Já de idade avançada.
As Serra são líndissima
E os nossos olhos vislumbram aqui e além mais aldeias entre as montanhas
Com o seu verde característico dos prados e das folhas das árvores, remexendo
Das aldeias-mães de Cervos, de Serraquinhos e de Arcos...
Com as suas casas de granito centenárias,muitas degradadas
Onde se sente no Inverno o assobiar do vento e o som das água a correr nas ribeiras,
Onde os moinhos se perdem por entre a vegestação
Com todo o encanto e beleza,
Mas no Verão
Propagada toda esta beleza no negro acinzentado e triste da terra ardida,
Deixado pelo rasto desvastador do fogo assassino
Ateado por ignóbeis e não menos assassinos da natureza
Que sem dó nem piedade, destruem toda a beleza que durou anos a preservar,
Na riqueza das populações e a não menos riqueza nacional, que se esfomeou.
São o suporte de união das vilas de Boticas e de Montalegre,
Situada no extremo Norte de Portugal
Delimitando as fronteiras portuguesa e espanhola.
Aqui e muito isoladas da Capital
Encontramos aldeias quase desertas
Com poucos habitantes e muito deles
Já de idade avançada.
As Serra são líndissima
E os nossos olhos vislumbram aqui e além mais aldeias entre as montanhas
Com o seu verde característico dos prados e das folhas das árvores, remexendo
Das aldeias-mães de Cervos, de Serraquinhos e de Arcos...
Com as suas casas de granito centenárias,muitas degradadas
Onde se sente no Inverno o assobiar do vento e o som das água a correr nas ribeiras,
Onde os moinhos se perdem por entre a vegestação
Com todo o encanto e beleza,
Mas no Verão
Propagada toda esta beleza no negro acinzentado e triste da terra ardida,
Deixado pelo rasto desvastador do fogo assassino
Ateado por ignóbeis e não menos assassinos da natureza
Que sem dó nem piedade, destruem toda a beleza que durou anos a preservar,
Na riqueza das populações e a não menos riqueza nacional, que se esfomeou.
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