Ontem dia 20 de junho de 2012, calmamente na mesa de jantar com a minha esposa, sensivelmente às 20, 30 horas e ao som de uma chuva que molhava as folhas dos feijões e das batatas, saboreava uma bela perna de perú, quando um sem vergonha entra na minha habitação e apodera-se da bicicleta que estáva estacionada a descansar.Ainda tentei barrar-lhe a saída porque a minha esposa sentiu uma sombra em movimento, mas o sacana já se tinha posto a milhas. Mas o mais caricato deste ladrão é que nem com um automóvel estacionado e com o condutor ao volante à porta se importunou a entrar em local alheio.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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