Do alto da serra do Leiranco vejo
Uma imagem maravilhosa.
Vejo também o verde e o amarelo das serras do Leiranco
De braço dado com a do Larouco.
Quando do olhar prostrado para nascente
Vislumbro ao fundo
Sapiãos encostado à serra do Leiranco
E o rio Terva a alongar-se para a linda vila de Boticas.
Mas lá para o alto
E no meio dos pinheiros, se encontra a igreja do Senhor da Serra.
Mais distante
Entre o verde e o amarelado da terra queimada,
A 103 se alonga nas suas curvaturas
Por entre pinheiros e prados
Até chegar às aldeias e à linda cidade de Chaves.
Mais para poente e nos horizontes da serra do Larouco
Que estende por terras de Espanha
Vejo a centenária e linda aldeia de Cervos
Com as suas casas centenárias e as a água a correr nos tanques
Espalhados pela freguesia
Que também servem de bebedouros aos animais,
E mais no centro a linda Igreja Matriz.
Seguem-se as aldeias de Sarraquinhos e Arcos que de mãos dadas
Se entre-olham por entre vales e montados
Até ao Barracão
Com ponto de encontroo nas bomba de gasolina e no matadouro do Barroso
Mais além e num espelhado lençol de água se estende a barragem do Alto do Rabagão
Ao encontro das aldeias da não menos formosa e verdejante vila de Montalegre
Que com as suas e sempres céleres festividades
De chegas de bois,
Alegram os saudosos imigrantes e furasteiros.
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