Foi no dia 07 de novembro de 2013 que a CP decidiu uma vez mais parar os comboios de Portugal. A chamada greve que acarreta prejuizos para quem quer ir trabalhar e lucros para aqueles que não têm prejuizos, já que o material circundantes não tem desgastes, além da criação de camadas oxidantes, vulgo ferrugem, por falta de manutenção. Por sua vez os utentes, tal como eu, de passe na mão, encontramos as cancelas escancaradas, sempre que as tais greves acontecem. Espetacular. As cancelas ficam abertas em dia de greve, mas fechadas em dias de não grave - porque será? Senhores administradores da CP, comboios de Portugal, poupem os utentes, cidadão contribuintes que têm o seu passe pago e sem demoras querem o caminho livre nas passagens, quer sigam para o trabalho ou no retorno, para casa. As barreiras, são um entrave diário aos utentes legais da CP, menos aos incauto incumpridores que arrastam quem paga e não pagam, ou mesmo saltando-as sem que alguém se oponha a tal ato de vandalismo e falta de cidadania. Quanto às greves que são mais um mal maior do que menor, que provocam distúrbios emocionais a quem espera e desespera pelo transporte impedindo os cidadãos de trabalhar, mesmo que seja um direito que assiste aos trabalhadores de uma qualquer empresa ou instituição, na parte adversa é a consternação.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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