Uma vez mais os comboios da Linha de Sintra não responderam às necessidades de quem espera e desespera nas estações
Como sempre e se houver falhas o comboio suprimido é quase sempre o Sintra-Alverca.
Aconteceu hoje mesmo mais uma lacuna e o comboio que deveria ter partido de Sintra às 08 horas e 03 minutos, não partiu. Mas como o das 08 horas e doze minutos com destino à estação do Rossio partiu a horas, foi o suficiente para o apanhar até à estação da Damaia, afim de se fazer o transbordo para o comboio de Mira - Sintra - Oriente.
Mas para desespero de alguns, pelos atrasos e de outros pelos incómodos causados pelo excesso populacional no interior das carruagens, outro dos contratempos e comuns são os desleixados dedos que ficam presos nas portas.
Desta vez coube a uma moça ver entalado o seu dedo polegar na porta da terceira carruagem, quando esta abriu na estação da Damaia. Gritava a moça com as dores e do incómoda da porta demorar a fechar-se, gritando de dor e ao mesmo tempo a clamar para que o maquinista fechasse ou abrisse a porta, dizendo - abre a porta moço, até que uma alma se lembrou de acionar o alarme. E foi com este sofrimento da jovem que o comboio demorou mais uns minutos na estação. Retomando a marcha até Benfica e desta até Sete - Rios onde uma vez mais o alarme foi acionado, desta vez por indisposição de um ou uma utente da Linha. É este o rame-rame de quem está dependente deste meio de transporte e como sempre sujeito a anomalias
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