Reina uma calmaria na avenida
E dentro da sala apenas se ouve o bater no teclado
Pois temos a aproximação do feriado do 1º de Maio
E de um fim de semana prolongado.
Porém alguém mete umas moeda no moedeiro
E da máquina do café se ouve o trabalhar
Será que alguém está ensonado
Ou o prazer do café quer saborear.
Os carros sobem e descem a avenida
E agora o ruído de um avião
Nos passeios, porém
Não se vê um peão.
O mesmo se passa com a rama dos pinheiros
Que aprecio pela janela
Quietinha a sua caruma
Que faz lembrar a chegada do Verão.
Muda e queda
Está ela à minha frente
Será que merece uma palavra
Ou despeço-me de boca fechada.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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