No acumular depressiativo dos acontecimentos, a coisa aconteceu. Não vale apena lastimar-me nos acontecimentos, até porque não há perdão. Tocar numa mulher com as pontas dos dedos é como ferir uma flor de tédio. Mas a coisa foi rápida e já não há perdão. Mas eu sou assim, nasci assim e cresci assim. Não aguento a pressão de quem me enfrenta ou critique o meu trabalho. Uma vez mais fracassei e até poderia ferir de morte, aquela que ao longo dos anos me ajuda a crescer e a criar o nosso filho. Mas a rapidez espurádica da acção é mais forte e chorar pelo leite derramado já não tem perdão e mais um pecado cometi. Sei que nos meandros da vida isto não esquece. Dura eternamente e vem sempre ao de cima. Mas de que vale tudo isto se não tem perdão e se efetivamente há amor em cada segundo que passa ou apenas, gerar a ilusão de não se querer ficar só.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
Comentários
Enviar um comentário