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Nem só de vitórias vive a democracia

Em Portugal houve eleições no dia 4 de outubro de 2015 para as legislativas. Quando tudo se pronuncava para que Passos e Portas fossem os grandes derrotados, eis que o povo português entendeu, cautelosamente não entender assim. É que a legislatura da coligação PSD/CDS, durante os quatro anos volvidos entre 2011 a 2015, não foi fácil e os portugueses, todos, mas todos sofreram na pele a austeridade. Claro que houve uns mais do que outros sofreram mais, principalmente aqueles que se viram despedidos pelas suas empresas.Mesmo assim e com todas as dificuldades de governabilidade a coligação designada por PaF - Portugal à frente,sagrou-se vencedora e de imediato o PS se deu como derrotado, mas não tanto o BE e a CDU, como sempre se dão coo vencidos, tenham 5 ou 20 por cento da votação. Mas nessa hora houve mesmo vencedores e vencidos. Nas horas imediatas todo o caldo se transtornou e só faltou ao BE chamar de burro ao representante do PS se este não fosse competente em tomar conta dos destinos do País ou seja tornar-se Primeiro-Ministro de Portugal sem se ter esforçado muito. Concluíndo - os portugueses foram ludibriados nas suas votações e ficaram em suspense ao pensar que todo o seu esforço durante os quatro anos dos Governates cessantes não ficam mais fragilizados e se a suspense da situação politicas portuguesa nos meandros da comunidade europeia não irá sofrer alterações de desconfiança na governabilidade do PS, BE e CDU. Estamos bem conscientes de que o país não pode retroceder por politicas desestrosas que nos voltem a levar a uma nova bancarrota.

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