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Viver em comunhão de solidariedade

Se se vive sozinho é uma aparente tristeza porque não temos quem nos chateie, quem faça barulho ou nos parta um prato na cabeça. Mas se vivemos em familia, todo o ruído nos chateia, até o ressonar do ou da acompanhante durante o passar pela brasas nos aborrece. Se chegamos cinco minutos a casa mais tarde do que de costume, aqui del-rei que nos esquecemos que em casa há mais alguém a precisar de companhia. Em casa a ajuda para fazer o jantar ou mesmo engomar a roupa de que todos sujamos, mesmo sempre respartida é sempre pouco trabalho. Se estamos com mau-humor, aqui del-rei que não somos humanos e que a mulher é pau para toda a obra, tudo é má companhia e um marido pouco sociável à familia dando mau ambiente e mau tratamento se não seguir à risca o trato do ou da companheira. Para além dos problemas familiares entre marido e mulher, do filho que não faz nada ou só vê televisão e destrói a refeição no caixote do lixo, ainda temos que levar com os azedumes passados no trabalho, com queixas de infedilidade dos colegas ou do comportamento dos alunos nas aulas ou fora delas, acabando com a não convivênvia feliz da má vizinhaça.

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