Não é preciso informar os menos precavidos da nossa sociedade para o triste espetáculo que diariamente nos confrontamos com exemplos vindos da nossa Assembleia da República. Puderão dizer que na Àsia é bem pior, onde as cadeiras e os murros prevalecem. Era o que faltava estar-me a preocupar com os asiático, a mim interessa-me estes exemplos bandalhos, representativos, dizem-se no meu pequeno Portugal. No dia 22 de novembro, mais um pobre espetáculo, assisti, bem longe do local e através das TVs, onde nem a Presidente se livrou de tal peixarada. Mas enfim, um dia alguém disse que os portugueses se teriam de habituar, não se referindo às coisas passadas na AR, mas que eu direciono mais esta informalidade na pequenhez representativa que vão surrupiando os miolos a quem lhes paga.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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