Miguel Relvas, ministro do PSD e atualmente braço direito do primeiro-ministro Passos Coelho, concluiu na Universidade Lusófona uma licenciatura em menos de um ano, frequentado ?! apenas quatro cadeiras ficando ao critério da Instituição as equivalências no desempenho profissional do aluno o que perfez a trinta e duas cadeiras. Para quem conhece a vida de Miguel Relvas, dará para questionar se um determinado cidadão que nasceu e cresceu nas J partidárias, tem futuro profissional e se tem capacidades profissionais para ser um bom gestor e de que tipo de funções é que realmente está ou não em condições para assumir as rédeas de uma empresa, com qualidade. Mas o que é que nós, cidadãos deste país conhecemos destes pseudo-administrativos vindos da política e sua utilidade, mais que não seja o da ocupação de poleiros. Mas esta licenciatura, para além de ter sido super-rápida e pelos vistos na Lusófona até nem é a única, falando-se em mais 89, talvez J de outros partidos, a Universidade vem a terreiro demonstrar algo que deixa mais dúvidas, principalmente no acto do que não é justificável. Se me lembro, as notas dos alunos sempre foram lançadas no após exame nos livros de termos e não em tão boa organização como a demonstrada pelos dossiês apresentados aos senhores jornalistas e na presença do provedor dos alunos. É que tal apresentação dos métodos, então em vez de seis ou sete pastas documentadas para a prova, se Miguel Relvas concluisse com a normalidade de uma licenciatura, teríamos sobre a mesa cerca de trinta e seis dossiês o que não me parece viável, tal demonstração. Mas como este caso é mais um para esquecer e o Dr. Miguel Relvas sentir-se-á felicíssimo com o seu canudo, tirado a low cost na Universidade Lusófona, seguiremos para a frentex para novos episódios de outros formando, pois já estávamos esquecidos da fandanga data de 1974 onde se passava administrativamente, com os licenciados encostados, não nas empresas mas a sobreviveram à custa da administração pública, única entidade empregadora para casos tais.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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