Quando frequentei o ensino superior, confrontei-me com alunos já formados noutros estabelecimentos do ensino superior público e do privado.Aos alunos vindos doutra instituição como o da extinta universidade moderna, procuravam no ISEL a base de sustentação de formação numa licenciatura credenciada, contudo, era-lhes dificil concentrar os estudos adquiridos na anterior instituição nas bases das matérias da atual conjuntura, com o grau de exigência dentro do instituto público em confrontação com a instituição privada, acabando muitos deles por abandonar a continuidade dos estudos no ISEL.
Mas o que me apráz em tal confrontação até nem está em saber do crédito do sistema de ensino entre instituições, agora não concebo que o mesmo equilibrio de sustentabilidade não esteja previsto em institutos como o de Setúbal ou de Aveiro, onde nas mesmas disciplinas os alunos apenas são confrontados em metade da matéria.
Mas há outros factos não consistentes dentro as instituições onde a credibilidade de equivalência depende do processo em análise e do avaliador. nalguns casos basta fazer uma análise no nome da cadeira enquanto outros são baseados nos conteúdos das matérias desenvolvidas. Mas agora há os novos casos onde aparecem licenciados sem terem anunciado a sua presença nas cadeiras ou bancos das faculdades ou institutos privados. Mas além dos conselhos diretivos, questiono o ME e os interesses monetários que proliferam para além de um bom sistema de ensino, este que renasce da quantidade e não da qualidade. Questiono os institutos privados com carradas de licenciaturas mas duvidosamente carenciados da sua qualidade, isto porque o investimento está na escola e não no formando.
Mas o que me apráz em tal confrontação até nem está em saber do crédito do sistema de ensino entre instituições, agora não concebo que o mesmo equilibrio de sustentabilidade não esteja previsto em institutos como o de Setúbal ou de Aveiro, onde nas mesmas disciplinas os alunos apenas são confrontados em metade da matéria.
Mas há outros factos não consistentes dentro as instituições onde a credibilidade de equivalência depende do processo em análise e do avaliador. nalguns casos basta fazer uma análise no nome da cadeira enquanto outros são baseados nos conteúdos das matérias desenvolvidas. Mas agora há os novos casos onde aparecem licenciados sem terem anunciado a sua presença nas cadeiras ou bancos das faculdades ou institutos privados. Mas além dos conselhos diretivos, questiono o ME e os interesses monetários que proliferam para além de um bom sistema de ensino, este que renasce da quantidade e não da qualidade. Questiono os institutos privados com carradas de licenciaturas mas duvidosamente carenciados da sua qualidade, isto porque o investimento está na escola e não no formando.
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