Passei oito dias de férias em Cabo Verde. Foi na primeira semana do mês de Julho de 2019.Vi uma imensa paisagem de terra queimada pelo Sol e uma corrente marítima proveniente das ilhas Canárias que incomodava quem quisesse deitar-se no areal.
A Ilha do Sal, dizem, que é uma zona turística propícia para decansar. E eu pude comprová-lo. Gente jenuína, humilde e conversadora, mas muito envergonhada. A vastíssima gama de hotéis onde muitos turístas se resguardam nas suas piscinas, principalmente, os estrangeiros, mas os portugueses preferem, de barriga cheia, rossar-se no areal.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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