O comboio partiu de Sintra no seu horário habitual, o que nem sempre acontece. Durante o seu percurso, uns dias mais calmos outros menos calmos, os utentes da CP, lêem, ouvem música, conversam, etc.
Por vezes o nervosismo, com os atrasos ou seja o não cumprimento de horários dos senhores maquinistas, levam a uma certa torbulência nos utentes que reagem a tudo o que mexe. Mas hoje até vinha tudo calmo até Queluz- Monte Abraão.
A culpa foi do varão, um dos dois varões que estão nos interválos das carruagens. Uma senhora teve a necessidade de se segurar, para não cair e supostamente, atropelou, no bom sentido uma outra senhora que estava concentrada na leitura ou no visionameto de algum video, que levou esta a reagir. Houve uma pequena exaltação e pouco mais - dizendo a pseudo-ofendida para a outra: fale mais alto que no fundo da carruagem ninguém ouve.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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