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Mensagens

A mostrar mensagens de 2017

Uma parte de mim também ardeu

O meu Portugal sofreu uma tremenda dose de terrorismo incendiário em 2017. Ora por mãos de terroristas como foram os incêndios em Julho, ora por motivos naturais como alguns dos incêndios do mês de Outubro. Mas muito se tem especulado e quero mesmo deixar de acreditar que alguns incêndios tiveram causas políticas. Mas num e noutro caso, os portugueses até têm alguma culpabilidade, culpa esta de maior vulto na corresponsabilização no poder político que pouco ou nada tem feito pela limpeza das matas, ou na aplicabilidade da lei. Para além dos bens materiais, em 2017, houve perdas humanas, o que lamento. O que mais me revolta e me dói. Os nossos antepassados, construiram e cuidaram das matas, mesmo com precárias condições no combate ou mesmo sem condições no combate a incêndios. Hoje, com meios aéreos e terrestres sufisticados, não foi possível evitar a tragédia. O que significa que não estamos minimamente preparados para estas vicissitudes que, ano após ano vão destruindo a riqueza de u...

Video-árbitro

Afinal para que serve a maquineta se o operador não está atento. Os casos graves da jornada futebolística do último fim de semana, demonstra bem que o video-árbitro não veio para resolver o problema. Será que não veio criar outra instabilidade? Outra dúvidas? Coentrão, salvou-se... E Eliseu, não foi cumplice?...

Terrorismo florestal

Como se não bastassem as miseráveis condições que os portugueses e Portugal vive no século XXI, uns quantos terroristas à solta colocam o País nos píncaros da destruição - queimando a floresta de Norte a Sul. A floresta que é, senão a maior riqueza que tínhamos é uma das maiores riquezas que poderíamos e deveríamos preservar. Mas e infelizmente ninguém está interessado a preservá-la incluindo os proprietários que estão desprovidos de meios para combater as calamidades. Uma máquinas, ao serviço das Juntas de freguesia ou nos serviços camarários a funcionar durante o ano e não somente no Verão, chegava para manter a floresta livre do perigo. Mas o interesse é nulo e o poder político, não se incomoda, o que é lamentavel.

Assassinos nos Estádios

O futebol e o desporto em geral, seja praticado em estádios ou em recintos desportivos, deveriam ser um espaço onde os atletas pudessem demonstrar a sua classe desportiva, e onde as famílias pudessem passar uns momentos de prazer em assistir ao desporto que mais gostam, aplaudindo o seu clube de coração ou de simpatia, com maior ou menor alegria, pois o desporto é todo ele feito de vitórias, derrotas ou empates, mas nunca, nunca de um local onde diariamente se assiste a uma batalha campal, com destruição dos recintos, ferimentos ou mesmo autênticos assassinatos. Foi assim durante uma final da Taça de Portugal no estádio Nacional... e recentemente nas redondezas do estádio da Luz, o que se lamenta. Mas se as autoridades continuam a fazer vista grossa, sobre os acontecimentos, alguns do pseudo- sócios em nada auxiliam para que o acidente não aconteça, levando a que muita gente, adepta do desporto não vá aos recintos, dvertindo-se

Erro dos árbitros

Chateiam-me os comentadores de meia-tijela que aos domingos, às segundas, às terças comentam os erros dos árbitros de futebol. Chateiam-me os comentadores e todos aqueles ex-árbitros que comentam os erros dos colegas, quando nos relvados os ex ainda faziam pior. Mas também me chateiam aqueles que não dizem, quando o clube deles seguem na frente e que se lamentam dos lamentadores. O meu clube viu-se furtado de alguns pontos por causa dos tais erros. Mas duas ou três vezes não me chateia-há quarta já é demais. Mas não me lamento dos árbitros e dos seus erros, lamento sim de não chegar a uma conclusão ao fim dos previws, que nada me demonstraram do contrário e do clubismo que a maioria defende às cegas. Foi penálti, foi fora de jogo ou puta que os pariu. Mas os meus jogadores não enfiam a bola dentro da baliza mesmo com o guarda-redes fora da linha de baliza? Somando os pontos que o árbitro me roubou aos golos que os jogadores do meu clube não marcou de baliza aberta, bastava jogar a pri...

Lá se foi a flor da laranjeira

São cinco horas da manhã do último dia de janeiro de 2017 Chove torrencialmente em Sintra. Seria uma hora normalíssima para me levantar E ir à casa de banho, fazer xixi. Até estava razoavelmente bem disposto Se do lado oposto da cama Não ouvisse a versão da minha cara metade Corta a laranjeira que não está lá a fazer nada Depois de lhe teres cortado os ramos Não há flor -logo não vai haver fruto. Foda-se A esta hora ter que me calar... Sempre a mesma coisa Será que isto não é uma outra forma de violência doméstica? Só me resta esperar pela primavera e ver a laranjeira a florescer Caso contrário estou fodido