Rezam as noticias de hoje 11 de outubro de 2016 que um guarda da GNR foi abatido e outro está às portas da morte no exercício de funções.
É uma paga gratuita com a vida a que as nossas autoridades estão sujeitas no seu dia-a-dia, defendendo-nos com um assassinato gratuito.
Mas ultimamente e de forma gratuita que se constata o quão desprotegido os cidadão nacionais se encontram, mas não somente, as suas instalações encontram-se às moscas.
Quão fácil é hoje assaltar uma esquadra de policia ou um posto da GNR, basta verificar o estado de abandono a que estas se encontram e tão desprovidas de meios humanos para garantirem a sua segurança e a deles próprios.
Longos vão os tempos em que com menores meios humanos o país vivia em melhores condições de segurança e quão melhor respeito físico e psicológico eram protegido.
Uma esquadra ou um posto estava razoavelmente vigiado, hoje nem as próprias instalações estão protegidas, no entanto, estes país chamado Portugal, tem mais elementos policiais.
Mas diariamente nos confrontamos com assaltos a gasolineiras, cafés e bancos onde os gatunos se safam quase sempre, pondo-se em fuga sem que as autoridades lhe ponham os olhos em cima. Mas quando acontece o contrário, os ladrões não têm pejo em descarregar as armas contras as policia porque sabem que estas têm fracos recursos na atuação e se abatem um foragido têm à perna uma justiça pouco justiceira que se preocupa mais com a valentia dos ladrões do que na defesa do cidadão agente de autoridade.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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