Três jogos, três fases diferentes na análise a cada partida.
Contra a Islândia a equipa portuguesa até entrou bem na partida e fez o que lhe competia. Marcar em primeiro lugar. Estava assim aberta a barreira para a primeira vitória. Mas enganaram-nos. Portugal amoleceu e a Islândia viria a empatar a partida e fechar o seu muro. Mesmo assim poderia até engrossar o marcador por mais uma das enormes falhas defensivas.
Na segunda partida, contra a selecção da Áustria, Portugal melhorou um pouco e até dominou a partida, não o suficiente para acertar com a baliza.
Chegou-se à terceira partida e como sempre a calculadora teria que funcionar. Ansiosa, tímida, algumas perdas de bola e falhas enormes na defensiva, quase que levavam a equipa das Quinas a fazer a mala, e regressar a Portugal, logo na fase de grupos. Mas todos os santinhos ajudaram a selecção Lusa e até o santo Ronaldo, em dia de pé certeiro, lá fez o seu jeito marcando os golos necessários para passar aos oitavos de final deste Euro 2016.
Depois do esforço no apuramento, tudo fazia crer que a equipa das Quinas passearia na fase inicial do Euro, mas tudo saiu furado e por um triz que não ficava pelo caminho.
Segue-se os oitavos e pela frente temos pela frente a selecção da Croácia, uma selecção lutadora ao qual Portugal terá de responder com todas as forças, não menosprezando o adversário. Força Portugal
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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