Como é bom mandar no estado de saúde dos outros. Como é bom não saber conviver com o mal dos outros. Será que poderemos um dia entender o contrário? Pois bem - a dor é um sofrimento horrível. Na maioria das vezes, incapazes de a suportar, pedimos a morte. Mas a morte não é um ao acaso. É a continuidade de uma vida que deixou de existir e que não faz sentido em recordá-la, mesmo que tenha sida uma morte santa, sem dor ou qualquer sofrimento. Deus deu-nos vida e não a pedimos e será quando o mesmo Deus no la quiser encomendar que deveremos partir para a morte. Não é uma obra do acaso o ter-se nascido e depois morrido sem o chamamento do Todo-Poderoso, daí não fazer sentido que nos deixasse-mos arrastar para a morte quando ainda pode haver uma réstia de salvação para a vida. Na minha vida já estive às portas da morte, mas não quis entrar. Após tanto sofrimento achei que valeu apena esperar e hoje amo a vida como nunca. A morte assistida quanto a mim só tem um sentido, mas que não quero experimentar tão cedo - é de me deixar voltar à vida depois de ultrapassada a barreira da escuridão.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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