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Mensagens

A mostrar mensagens de dezembro, 2015

Viver em comunhão de solidariedade

Se se vive sozinho é uma aparente tristeza porque não temos quem nos chateie, quem faça barulho ou nos parta um prato na cabeça. Mas se vivemos em familia, todo o ruído nos chateia, até o ressonar do ou da acompanhante durante o passar pela brasas nos aborrece. Se chegamos cinco minutos a casa mais tarde do que de costume, aqui del-rei que nos esquecemos que em casa há mais alguém a precisar de companhia. Em casa a ajuda para fazer o jantar ou mesmo engomar a roupa de que todos sujamos, mesmo sempre respartida é sempre pouco trabalho. Se estamos com mau-humor, aqui del-rei que não somos humanos e que a mulher é pau para toda a obra, tudo é má companhia e um marido pouco sociável à familia dando mau ambiente e mau tratamento se não seguir à risca o trato do ou da companheira. Para além dos problemas familiares entre marido e mulher, do filho que não faz nada ou só vê televisão e destrói a refeição no caixote do lixo, ainda temos que levar com os azedumes passados no trabalho, com queixa...

Nem só de vitórias vive a democracia

Em Portugal houve eleições no dia 4 de outubro de 2015 para as legislativas. Quando tudo se pronuncava para que Passos e Portas fossem os grandes derrotados, eis que o povo português entendeu, cautelosamente não entender assim. É que a legislatura da coligação PSD/CDS, durante os quatro anos volvidos entre 2011 a 2015, não foi fácil e os portugueses, todos, mas todos sofreram na pele a austeridade. Claro que houve uns mais do que outros sofreram mais, principalmente aqueles que se viram despedidos pelas suas empresas.Mesmo assim e com todas as dificuldades de governabilidade a coligação designada por PaF - Portugal à frente,sagrou-se vencedora e de imediato o PS se deu como derrotado, mas não tanto o BE e a CDU, como sempre se dão coo vencidos, tenham 5 ou 20 por cento da votação. Mas nessa hora houve mesmo vencedores e vencidos. Nas horas imediatas todo o caldo se transtornou e só faltou ao BE chamar de burro ao representante do PS se este não fosse competente em tomar conta dos desti...