Eram sensivelmente 18 horas e 30 minutos do dia 17 de agosto de 2015, primeiro dia de trabalho depois de gozadas as merecidas férias passadas a guardar as vacas do meu sobrinho Zé Pedro, nos prados de Cervos.
Ao atravessar, como sempre fora da passadeira de peões, vizivelmente pintadas na Av. das Forças Armadas em Lisboa, uma senhora de idade madura, nos mesmos moldes aproveitou a falta de movimento automóvel para executar o atravessamento da artéria. No separador central, um muro com cerca de 30 centímetro a senhora pede-me um especial favor no sentido de a ajudar a descer. Dizia ela que não era a primeira vez que caía e temia que voltasse a acontecer. Assim, a senhora agarrada ao meu braço esquerdo tentou saltar para o alcatrão mas não foi tão rápida, escorregando e tendo uma nova queda. É que o muro é ondulado e leva as pessoas a escorregarem quando o pisam e a escorregarem para a faixa contrária. Da janela do meu local de trabalho, assisto a que várias vezes as pessoas se protelam no chão.Felizmente que os acidentes se dão quando não há circulação de automóveis.
Estamos em janeiro de 2020 e a temperatura é propícia para a época.Está fresquinho, fresquinho e resta saber se os agazalho é suficiente para proteger a epiderme já que a derme está mais profunda e de borla.Janeiro geadeiro, diferente de março, marçagão. Até que as orelhas aguente sem ficar escondidas debaixo do gorro.Vamos lá ver se não é obrigatório recorrer à farmácia, pois a noite é propícia a grandes geadas e o dia está fresquinho, fresquinho a convidar a ingerir muitas bebidas quentes, para afastar a fruta da época, muito prpícia a atirar-nos para a cama
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