Avançar para o conteúdo principal

Ajude-me a cair

Eram sensivelmente 18 horas e 30 minutos do dia 17 de agosto de 2015, primeiro dia de trabalho depois de gozadas as merecidas férias passadas a guardar as vacas do meu sobrinho Zé Pedro, nos prados de Cervos. Ao atravessar, como sempre fora da passadeira de peões, vizivelmente pintadas na Av. das Forças Armadas em Lisboa, uma senhora de idade madura, nos mesmos moldes aproveitou a falta de movimento automóvel para executar o atravessamento da artéria. No separador central, um muro com cerca de 30 centímetro a senhora pede-me um especial favor no sentido de a ajudar a descer. Dizia ela que não era a primeira vez que caía e temia que voltasse a acontecer. Assim, a senhora agarrada ao meu braço esquerdo tentou saltar para o alcatrão mas não foi tão rápida, escorregando e tendo uma nova queda. É que o muro é ondulado e leva as pessoas a escorregarem quando o pisam e a escorregarem para a faixa contrária. Da janela do meu local de trabalho, assisto a que várias vezes as pessoas se protelam no chão.Felizmente que os acidentes se dão quando não há circulação de automóveis.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Tempo ameno

Estamos em janeiro de 2020 e a temperatura é propícia para a época.Está fresquinho, fresquinho e resta saber se os agazalho é suficiente para proteger a epiderme já que a derme está mais profunda e de borla.Janeiro geadeiro, diferente de março, marçagão. Até que as orelhas aguente sem ficar escondidas debaixo do gorro.Vamos lá ver se não é obrigatório recorrer à farmácia, pois a noite é propícia a grandes geadas e o dia está fresquinho, fresquinho a convidar a ingerir muitas bebidas quentes, para afastar a fruta da época, muito prpícia a atirar-nos para a cama

Um arenal para os olhos

Durante anos, dizia-se que Portugal vivia uma ditadura onde os governantes, trauliteiros, deixavam morrer o povo à fome e não satisfeitos atiram com a policia de choque ao povo. Como se não bastasse essa onda de choque ainda existiam os crápulas da policia política que prendia inocentes e os enviavam para a prisão do Tarrafal, Cachias, Peniche, entre outras prisões. O povo aguentou tudo isto durante, diz-se quarenta anos. Em 1974, na madrugada alguém padrasto da sociedade ofereceu-se para libertar a sociedade oprimida. Então, uns militarzecos na ordem dos trinta anos, resolveu a sua vidinha e a de mais alguns amiguinhos instaurando o estado de sítio e deitando a ditadura abaixo. Portugal foi então considerado livre. Mas essa liberdade, pagou-se e paga-se caro. Aos cidadãos do trabalho foi oferecida uma migalha para matar a fome e assim andaram calados durante anos. Ao fim de 38, acharam-se gozados por esta classe política, sem distinção de cores, chamando-lhes de ladrões. Foi o pri...

Covid19

Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.