No dia 17 de maio de 2015, Domingo, no final da tardinha, o futebol em Guimarães virou no final, com o Benfica campeão numa jornada pró-futebol do assalto ao armazém do Vitória Futebol Club. Novos e menos novos, rapazes e raparigas, gamaram o que puderam, calma e friamente como se nada estivesse a acontecer. Até parecia que estava-mos num país da América -latina ou no Brasil ou porque não em África, onde e de vez enquando lá se faz uma gatunagem do caraças. Mas enquanto no interior do armazém se selecionavam os equipamentos desportivos e seus trens de embalagem,a transportar pelas ratazanas, no exterior, um cidadão, pacato ou não estava a levar umas cacetetadas no lombo, dadas por um subcomissário da PSP, que sem dó nem piedade, de partir o cassetete nas costa do cidadão Matosinhense, que foi à bola ver o seu Benfica sair de Guimarães bicampeão de futebol na época 2014/2015 e na companhia dos seus filhotes e estes do avô, apreciativamente desconfortados a verem o seu pai a ser humilhados por um PSP raivoso e mais grave ainda com a graduação de oficial. Por muitas das razões ou ofensas que o cidadão tivesse feito aos policias, não dava ao subcomissário a ousadia de zombar o cassetete no lombo de um qualquer cidadão, uma vez que ao efetivo policial, visto nas imagens difundidas pelo CMTV, havia cinco policias para um chefe de familia.O cidadão, possivelmente disse o que não devia à autoridade e esta autoridade abusou da autoridade, ficando na mó debaixo na opinião de quem se sentiu frustrado, na semana que se seguiu denegrindo ainda mais a imagem da policia portuguesa.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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