Estamos em sistuações muito mais graves daquelas que nos libertámos-se é que nos libertámos a uma quarentena de anos. Os amigos andam por aí, mas quem tem amigos destes não tem que se preocupar com os inimigos. Mas se temos amigos do coração e inimigos dos tomates, hoje temos outra classe operária de amigos que nos esfolam. Eles andam por todo o lado e mal se deixam dormir, para não perder pitada para nos aferroar. O seu peso é inversamente proporcional aos atos de malvadez que nos sopram. Se eles estão em todo o lado mas não os vemos em lado algum, é porque alguém lhe bufa e os coloca em sintonia com a irregularidade da agonia, estamos todos tramados. Sim, tramados. Mas somente aquele que têm de deixar o calor dos lençóis,e ao frio ou à chuva são esfulados como coelhos, antes de entrarem na panela, sob pressão, que é o mundo do trabalho.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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