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O tempo também implica com a produtividade

Efetivamente o temporal que se abateu em Portugal em 2013, foi drástico para a economia Nacional, segundo Vitor Gaspar, o ministro das Finanças, principalmente para o primeiro trimestre.
Mas passados seis meses do temporal, veio um pouco de sol, mais umas nuvens na Serra de Sintra, uma aragem abrasiva na praia de Carcavelos ou mesmo na Costa da Caparica, para olear as mentes decadentes e esquescer esta monotonia de país adormecido e cujos politicos e comentadores politicos, ainda nos adormecem mais. Este país que durante os últimos 30 anos aproveitou a sombra invernil dos carvalhos, pinheiros e eucalíptos, porque no Verâo os incêndios varrem tudo, acordaram para dizer que os portugueses estão mais pobres.
Mas será que um dia foram mais ricos? Como alguém um dia respondia com um "olhe que não" eu plagio o compadrio destas três pequenas palavras para dizer que em Portugal passou muito dinheiro nestas três dezenas de anos mas que foi mal distribuido, se não aplicado. Mas esse dinheiro foi-nos emprestado e não dado e agora estão a pedir o retorno, que nós não temos. Mas se o dinheiro não se come, apenas se troca, como será que ela desapareceu tão facilmente. Não será um caso de policia? Não, não é... O dinheiro existe, está em maus bolsos, mas são estes que querem fazer de nós parvos. Antes, gastaram e agora vêm-me dizer que a dívida é de todos? Não. Não aceito este clixe. Eu trabalho para ter ordenado e pagar as minhas despesas, no entanto, outros há que nada fizeram e vivem à custa dos impostos daqueles que trabalham. E muitos desses parasitas até se passam por politicos e pessoas de bem, sem nada terem produzido. Mas o povo é pacato, não reage e até tem o pensamento ao retardatário.

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