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Um teto que não cai

Depois de umas boas aberrações mentirosas, estas mesmas mentiras se vão tornar uma realidade. É que a vida dos funcionários públicos está por um fio. E quem será o responsável por mais esta afronta? Pois bem, durante anos a pseudo-empregabilidade se fundia nos meandros da administração pública. Não é que houvesse emprego mas esta empregabilidade valia sempre uns pózinhos nos atos eleitorais. Mas longe vão os tempos dos tempos pseudo-vacas gordas que não tinham onde cair de fraqueza, mas era assim que se enganavam os tolos, porque a barriguinha precisa de se alimentar. Hoje, os responsáveis não dão a cara mas alguém vai pagar a sementeira das favas, cujas faveiras morreram à nascença. Sim, quando a semente não presta, esta não chega a dar o respetivo fruto, mesmo e só para as compensações dos gastos. Foi assim que aconteçeu nestes meandro de uma Administração dita pública que não foi capaz de gerir os fundos que a nós não diziam respeito, e que um dia teriam de ser ressarcidos com um glossário de juros, espeços e gordurosos. Então há que despedir, na mentalidade dos atuais governantes. Mas estes senhores, se calhar não conhecem a regra da matemática, designada por regra de três-simples, caso contrário engolia o cenário de engordar um Estado através do despedimento dos mais fracos e daqueles que ainda são capazes de produzir alguma coisa. Mas a estes senhores, sejam eles do partido A ou do bloco B, apenas estão preocupados pelo seu belo prazer e que se lixe o resto. Então e ao fim de uma vida de trabalho, manda-se para a rua um trabalhador que anos a fim estimou a sua vindoura graça para agora cair na lama, pedindo esmola e fazendo da rua o seu colchão molaflex.

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