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Habilitações Literárias Temporais

De há uns tempos a esta parte, os consistentes plourinhos do Ministério na Avenida 5 de outubro, tudo tem feito para que as especiarias académicas sejam o mais reduzidas possíveis. Ao iniciar na pré-primária ao 1º ciclo o ato da poupança, passando-se pelos ciclos imediatos e tradicionais o tempo/custo/aluno, daí não se compadecerem com as consequentes detenções nos anos preleminares. Os alunos não devem passar muito tempo pelas cadeiras da escola. Daí a não inclusão do caso Relvas, no sistema do atual sistema onde este, poupou na carteira e na estrutura universitária. Pelos vistos, o que anda um estudante a fazer durante anos, nos estabelecimentos de ensino? A estudar? Não. A chatear os professores? Sim. A dar prejuizo ao Estado? Sim. E à carteira dos país, caso se trate de estabelecimentos de ensino superior, como a Lusófona, a Independente e Moderna? Então todos ganham. A escola que recebe, o aluno que não precisa da inteligência artificial de aprendizagem não adquirida e os cidadãos que não vêem os seus encargos através de impostos super-desvalorizados. Por quê andar 5 ou mais anos num curso com baixa aprendizagem, quando se pode limitar tal aprendizagem a uma simples matrícula e obter um canudo numa reprografia da Baixa Pombalina? A situação politica e dos politicos da nossa praça, assim nos encorajam, engendrando os consequentes atestados de incompetência ao qual e por dia que passe, estes fenomenos da natureza, nos impingem estupidez. Os economistas falham os seus cálculos e o país afunda-se. Os advogados preparam as suas leis para se erguerem dos colapsos da Nação enquanto o povo se a afundar, marimbando-se para os reais, seé que há reais interesses do país.

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