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Mensagens

A mostrar mensagens de novembro, 2012

Haja ordem na AR

Não é preciso informar os menos precavidos da nossa sociedade para o triste espetáculo que diariamente nos confrontamos com exemplos vindos da nossa Assembleia da República. Puderão dizer que na Àsia é bem pior, onde as cadeiras e os murros prevalecem. Era o que faltava estar-me a preocupar com os asiático, a mim interessa-me estes exemplos bandalhos, representativos, dizem-se no meu pequeno Portugal. No dia 22 de novembro, mais um pobre espetáculo, assisti, bem longe do local e através das TVs, onde nem a Presidente se livrou de tal peixarada. Mas enfim, um dia alguém disse que os portugueses se teriam de habituar, não se referindo às coisas passadas na AR, mas que eu direciono mais esta informalidade na pequenhez representativa que vão surrupiando os miolos a quem lhes paga.

Chamaram-lhe Greve Geral

 Quanto a mim uma greve é quando o trabalhador quiser e não quando lhe é imposta. Mas uma greve faz sentido simplesmente quando faz doer a parte contraditória e não quando este se fica a rir, dizendo que nada perdeu e até lucrou. São estas as pseudo-greves gerais que ao longo dos anos tenho assistido em Portugal. Mas não só tem acontecido o contraditório mas a oposição de quem quer trabalhar e lhes´são barradas todas as hipóteses de deslocação. assim, não considero uma greve e muito menos geral, quando se proibe o livre acesso.Mais uma declarada greve dita geral se proporcionou no dia 14 de novembro. Digo dita porque eu fui impedido de me apresentar ao trabalho por falta de transportes. Mas quem pode lucrar com estas paralisações? Quanto a mim apenas uma meia-dúzia de funcionários podem lucrar com tais paralisações até porque o dinheiro lhes não faz falta. Elas sãos os funcionários do Metro, da CP e até os estivadores, cujos ordenados são muito acima daquele auferido pelos três q...