Questiono-me se não seria mais rentável em se fazerem ajuntamentos para limpar os terrenos para prevenção de incêndios, que desvastam a maior parte da riqueza nacional e a destruição do ambiente, a se fazerem ajuntamentos para combate aos incêndios, quando nada ou pouco mais há a fazer do que controlar o fogo, que varre tudo que encontra e leva à sua frente.A culpa que sempre se ouviu dizer não morrer solteira, recai em certo grau na irresponsabilidade de quem está à frente dos destinos do País, incluindo as juntas de freguesia e câmaras municipais. Mas se a prevenção é um fator de comum utilitário, encontramos umas autoridades adversas a esclarecer aqueles que se tentam precaver do mal alheio. Então vemos as florestas que são devastadas pelo fogo de Norte a Sul de Portugal, a cada ano de Verão que passa e transformando a zona verde então envolvente, num escuro cinza desolador. Mas também há uma espécie de imbecis que vivem à custa do abate das árvores, chamados madeireiros,que pouco fazem para preservar a floresta limpa, limitando-se somente ao abate de árvores de grande porte, que demoraram anos a desenvolver, caso dos carvalhos ou dos eucalípetos, levando-lhes os troncos, mas cujo restolho, fica espalhado pelo mato à espera dos não zeladores incendiários.
Numa guerra, no mato ou na montanha, devidamente instalado ou encurralado o inimigo dá sinais da sua presença e mais tarde ou mais cedo mata ou morre. Neste caso o IN não se conhece. Apareceu, anda por aí e todos constatamos o prejuízo que dá às populações. Infelizmente ninguém está preparado para esta batalha e os nossos soldados acabam, também eles, indocumentados a pagarem pela falta de informação. Espero que rapidamente este IN seja devastado e atirado às bestas de forma a pagar por tudo o que de mal nos está a fazer.
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