Questiono-me se não seria mais rentável em se fazerem ajuntamentos para limpar os terrenos para prevenção de incêndios, que desvastam a maior parte da riqueza nacional e a destruição do ambiente, a se fazerem ajuntamentos para combate aos incêndios, quando nada ou pouco mais há a fazer do que controlar o fogo, que varre tudo que encontra e leva à sua frente.A culpa que sempre se ouviu dizer não morrer solteira, recai em certo grau na irresponsabilidade de quem está à frente dos destinos do País, incluindo as juntas de freguesia e câmaras municipais. Mas se a prevenção é um fator de comum utilitário, encontramos umas autoridades adversas a esclarecer aqueles que se tentam precaver do mal alheio. Então vemos as florestas que são devastadas pelo fogo de Norte a Sul de Portugal, a cada ano de Verão que passa e transformando a zona verde então envolvente, num escuro cinza desolador. Mas também há uma espécie de imbecis que vivem à custa do abate das árvores, chamados madeireiros,que pouco fazem para preservar a floresta limpa, limitando-se somente ao abate de árvores de grande porte, que demoraram anos a desenvolver, caso dos carvalhos ou dos eucalípetos, levando-lhes os troncos, mas cujo restolho, fica espalhado pelo mato à espera dos não zeladores incendiários.
Estamos em janeiro de 2020 e a temperatura é propícia para a época.Está fresquinho, fresquinho e resta saber se os agazalho é suficiente para proteger a epiderme já que a derme está mais profunda e de borla.Janeiro geadeiro, diferente de março, marçagão. Até que as orelhas aguente sem ficar escondidas debaixo do gorro.Vamos lá ver se não é obrigatório recorrer à farmácia, pois a noite é propícia a grandes geadas e o dia está fresquinho, fresquinho a convidar a ingerir muitas bebidas quentes, para afastar a fruta da época, muito prpícia a atirar-nos para a cama
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