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Mensagens

A mostrar mensagens de outubro, 2016

O quanto te amo meu filho

Sou imensamente sensível ao que me rodeia, principalmente quando vejo a miséria dos povos e dos seus habitantes. Muitas das vezes as lágrimas escorrem-me pela face por outras coisa sentidas e a minha mulher acha que é por outros motivos e não as do meio familiar, principalmente em casa.Elas correm descontroladamente pelo meu rosto e saem com uma velocidade estonteante. Questiono meu Deus por tudo o que estou passando. As dores das minhas pernas ou a minha cabeça ainda as aguento mesmo sem medicação... Mas as outras as dores que estão atraiçoando o dia a dia são as do meu filho que me fazem sofrer muito mais. É o seu martírio e questiono da razão de sofrimento igual ao do pai.E quando dou em mim a pensar, pergunto ao meu Deus - porque deixas o meu filho sofrer tanto e porque não passa essas dores para mim!... E ao meu Deus olho no Céu e rezo um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, pedindo perdão,pois sei que no mundo há mais gente que sofre. Por isso acho que não mereço mais e Deus não castiga.

O maldito pó

Limpa o pó marido... - é a minha tarefa ,pré-destinada de fim de semana. Mas eu tenho um grande problema em limpar o pó - é que não consigo limpar o pó mesmo com um pano limpo. Não consigo manter o pó sobre os móveis e limpá-lo consideravelmente - é que este agarra-se sempre a qualquer pano que utilize, daí, ela estar sempre a dizer que eu limpo mal o pó. Mas eu até gosto de tentar limpar, não o pó, mas retirar dos móveis a poeira que se junta durante a semana acompanhado da Rádio Amália, na frequência 92.00 e depois do meio-dia ao Sábado, ouvindo os grandes mestres da comunicação visual e áudio como são o Grande Fernando Correia e Carlos Dolbeth, este que está tal como eu sempre a dizer - não acredito na justiça portuguesa

O meu País está (in) seguro

Rezam as noticias de hoje 11 de outubro de 2016 que um guarda da GNR foi abatido e outro está às portas da morte no exercício de funções. É uma paga gratuita com a vida a que as nossas autoridades estão sujeitas no seu dia-a-dia, defendendo-nos com um assassinato gratuito. Mas ultimamente e de forma gratuita que se constata o quão desprotegido os cidadão nacionais se encontram, mas não somente, as suas instalações encontram-se às moscas. Quão fácil é hoje assaltar uma esquadra de policia ou um posto da GNR, basta verificar o estado de abandono a que estas se encontram e tão desprovidas de meios humanos para garantirem a sua segurança e a deles próprios. Longos vão os tempos em que com menores meios humanos o país vivia em melhores condições de segurança e quão melhor respeito físico e psicológico eram protegido. Uma esquadra ou um posto estava razoavelmente vigiado, hoje nem as próprias instalações estão protegidas, no entanto, estes país chamado Portugal, tem mais elementos policiais...