Eram sensivelmente 18 horas e 30 minutos do dia 17 de agosto de 2015, primeiro dia de trabalho depois de gozadas as merecidas férias passadas a guardar as vacas do meu sobrinho Zé Pedro, nos prados de Cervos. Ao atravessar, como sempre fora da passadeira de peões, vizivelmente pintadas na Av. das Forças Armadas em Lisboa, uma senhora de idade madura, nos mesmos moldes aproveitou a falta de movimento automóvel para executar o atravessamento da artéria. No separador central, um muro com cerca de 30 centímetro a senhora pede-me um especial favor no sentido de a ajudar a descer. Dizia ela que não era a primeira vez que caía e temia que voltasse a acontecer. Assim, a senhora agarrada ao meu braço esquerdo tentou saltar para o alcatrão mas não foi tão rápida, escorregando e tendo uma nova queda. É que o muro é ondulado e leva as pessoas a escorregarem quando o pisam e a escorregarem para a faixa contrária. Da janela do meu local de trabalho, assisto a que várias vezes as pessoas se protelam ...